"(...)Vive prisioneiro há
muito tempo. Fuga. Reinvenção. Força. É grande, Carlos sente-o. Quer sair.
Acordar. Respirar. Viver. Eu já não te
espero. Sente que perdeu algo. Quer voltar para reconquistar. Quer um nome.
Uma casa e uma lareira acesa nas noites de Inverno. Familiaridade. Carinho.
Compreensão. Não é um deserto. Mas é algo que o leva à morte. Não pode
desistir. Eu não quero que desistas, mas
tive de seguir em frente. Parou o tempo. Ou parou a paisagem. Carlos
continua. Não pára. Procura a porta de saída. Não procura mais o motivo de
desculpa. Não se importa com mais ninguém. Não é o mesmo. Ou eu fiz de ti a pessoa errada. Agora só quer sair. Voltou a sua
voz. Baixa e rouca. Tem o gesticular louco. Não controla os seus braços. Faz um
enorme esforço. Eu sou tão feliz.
Infelicidade a sua. (...)"
Ai o Carlos! Ai o carlos!!!
ResponderEliminarBeijinho
Gostei mesmo desde excerto, espero que esteja tudo bem por esse lado.
ResponderEliminarUm beijinho e nunca te esqueças que o caminho és tu mesma que desenhas :)