Tenho sede de ti. Do teu amor. Sede do calor que me davas. Dá-me a beber dessa paixão louca. Deixa-me deleitar o desejo que nasce no meu peito. Tenho sede e fome do teu corpo. Dessa tua pele. Dessa alma que me acalmava o sonho. Deixa-me dormir em ti. Ser-te, ser-nos e nunca ser-me. Deixa-me fazer de ti um erro. E depois deixa-me errar um pouco mais. Errar todos os dias. Errar até te acertar, até nos acertar. Dá-me a beber do teu amor. Dá-me de ti, tudo o que tens para te dar. Dá-me. Dá-me como tu queres, como tu sempre pensas. Dá-me amor e tudo o que queres dar. Tenho sedo de tudo de ti. Quero errar e aprender. Ser-te sempre um erro e ver-te a querer sempre errar. Entrego-te tudo se me prometeres matar a sede de ti. Se me matares a fome de ti, sempre, a cada instante, a cada minuto. Quero-te de uma forma tão louca que pareço não te querer. Quero-te sentir tão em mim que parece ter um oceano a separar-nos. Então, vem. Erra-me. Erra-te. Para no fim, nos acertarmos.
ÉS FANTÁSTICA COM AS PALAVRAS! ADORO LER-TE! :))
ResponderEliminarFoi um grande achado encontrar o teu blog por um mero acaso. Deve ter sido na barra do 'blog seguinte', eu nem me lembro. Não tens de quê.
ResponderEliminarE, sim, concordo. Adorei Ponte de Lima. É mesmo bonito e vou lá voltar com mais tempo...
oh tão doce. escreves muito bem, mesmo :')
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