domingo, 29 de abril de 2012

O porquê!

Ela olhou para mim e perguntou "porque gostas dele, afinal?", eu disse-lhe "não sei". Eu sei, claro que eu sei mas essa resposta é a mais fácil. Eu devia ter-lhe dado a resposta verdadeira. Devia ter olhado para ela e sorrindo, devia ter-lhe dito:
"Gosto daquele sorriso que não é nada perfeito mas que encaixa perfeitamente no rosto dele e gosto do cabelo que lhe dá aquele charme que todos os rapazes deviam ter. Gosto do riso dele quando lhe falo de coisas menos próprias e do casaco castanho dele. Gosto do jeito que ele respira e da forma como me toca o coração quando me olha. Gosto do pólo verde dele e de como se veste, tão Homen(zinho). Gosto da forma como ele encara a vida, da forma como ele se diverte e de como o riso dele faz um som tão harmonioso quando uma sinfonia de Beethoven. Gosto da forma como os olhos dele são tão normais que me fazem estremecer quando cruzam os meus. E de como ele já é tão crescido tendo ainda aquele jeito de criança. Gosto de como ele reage naturalmente aos elogios e às parvoíces que eu digo. Gosto de como ele arrisca e gosta de trabalhar, de ser mais, de ter mais, de lutar por mais. E gosto, sobretudo das borboletas que ele alimenta em mim."
É, esta é a resposta mais adequada. O "não sei" é a resposta mais fácil.

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