Eu sou isto. Um poço de genialidade tímida. Uma barreira de alegria desmedida. Uma torneira de amor inquebrável. Um passeio de romantismo interminável. Eu sou isto, nasci assim. Com um fio de fofura ao pescoço. Com uma camisola de lã, desenhada com parvoíce e sonhos. Que cresce com o meu crescimento. Nasci assim, com uma pele de sinceridade. Com uma amizade no coração que parece chegar a todos. Nasci para acreditar que o mundo é bom. Para acreditar que o amor pode chegar a todos, mesmo que chegue de uma forma menos boa. Sim, nasci para acreditar que há um amor bom e um amor menos bom. E eu vivi os dois, nasci para viver os dois tipos de amor. Eu sou isto. Uma conversa irregular sobre sexo. Um ouvido feito de rádio que ouve, ouve, ouve e está sempre disponível para os outros problemas. Sou feita de amor, de carinho. Sou cheia de doces sorrisos. Com um coração de vidro, frágil. Devia ter nascido com uma tatuagem a dizer "frágil". Eu nasci forte mas sou frágil. E há vozes que me dizem que sou mais forte do que imagino. Mas essas vozes não sabem os medos que enfrento. Nasci assim, para acreditar que o amor vence sempre. Para acreditar que todos nós estamos destinados a algo bom, por muito mau que o caminho até lá o seja. Nasci com um amor enorme, com um coração gigante para acreditar que um dia, o mundo será bom. Para acreditar que todas as pessoas à minha volta têm um objectivo importante. Nasci assim, sou assim. Um coração em forma de pessoa, um coração gigante, demasiado, muitas vezes. Mas...eu sou isto.
«Eu nasci forte mas sou frágil». Eu dizia ao contrário: eu nasci frágil, mas sou forte. Como uma pedra!
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