Hoje voltei a encontrar-te nos meus sonhos. Tinhas o polo verde que eu amo e que escondo em segredo. Adoro que se notem os teus peitos não definidos. Hoje, o teu polo tinha um cheiro diferente. Não, tu cheiravas, como sempre, a distância e saudade. O casaco castanho escondia os peitos que eu gosto de percorrer com o olhar. Que piada tem o polo se não te posso tocar, pensei. Hoje, encontrei-te no sonho. Estavas na avenida de sempre, com a marca de café de sempre. Tão delicado. O teu cabelo curto e a tua pele que, sem barba, me delicia o rosto durante os beijinhos. Encontrei-te ou encontraste-me. Desconfio que te sentaste naquela velha cadeira por saberes que iria la passar, como o faço todas as noites. Tenho esperanças de te voltar a cheirar. Logo, volto a fechar os olhos. Passarei na mesma avenida. Eu disse-te. Lembra-te de lá voltar, lembra-te.
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