sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Há...

Há saudades que me apertam o coração. Há amores que me criam borboletas no estomago. Há não's que me fazem tremer. Há medos que me esfriam o corpo. Há pessoas que me aquecem a alma. Há estupidez que me congela o cérebro. Há músicas que me acalmam os pés. Há noticias que me criam uma palpitação rapidamente feroz. Há amigos que me elevam do chão. Há amigos que me fazem acreditar num olhar brilhante. Há saudades que me apertam o coração. Há saudades às 2h da manhã. Saudades que me tiram o sono. Saudades absurdas, descabidas de todos os sentidos possiveis. Há medos que me tiram o sono, assim como as saudades. Medos que me fazem pensar em tudo. Medos que me fazem criar a tal estupidez que me congela o cérebro. Há medos e saudades, tudo da mesma pessoa. Pessoa que me eleva do chão. Pessoa que tem o amor que me cria borboletas no estomago. Medos e saudades. Há falta de controle. Falta de controle do coração que me faz ter gestos absurdos. Há controle. Controle das palavras que não posso dizer por vontade do coração. Há saudades, medos, falta de controle e controle. Há pessoas que me dão a mão. Há saudades que me abraçam delicadamente. Há beijos que chegam com o vento e terminam na bochecha direita da minha cara. Há sonhos que me fazem sorrir. Há sorrisos que me fazem rir. Há risos que me fazem sonhar. Há sons que me acalmam o coração. Há refugios que me ajudam. Há corações que me deliciam. Há saudades durante muito tempo. Há saudades pequeninas. Há saudades enormes. Há saudades do que foi. Há saudades do que ainda é. Há saudades do que nunca existiu. Há saudades. Como há medos. Entranhados em cada dedo de cada mão. 10 dedos, mil medos. Grandes. Pequenos. Medos absurdos e medos com sentido. Medos de uma perda e medos animalescos. E perdemos com esse medo. E o medo nem nos deixa perceber a perda. Há medos. Há saudades dos não medos existentes. Sempre. Tudo. Há ausência. Bye.

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Opinião.